
A era da “transformação digital” já passou. Agora, vivemos a era da Visibilidade em Tempo Real. No chão de fábrica, no Centro de Distribuição (CD) ou na gôndola do varejo, a tolerância para erros de inventário ou atrasos na expedição é zero.
Enquanto a Indústria 4.0 focou na interconectividade dos dados, a Indústria 5.0 traz o foco de volta para a colaboração entre o operador humano e a máquina inteligente. E o elo dessa conexão é o hardware de captura de dados (AIDC).
Se sua empresa ainda opera com planilhas manuais ou coletores legados (Windows CE), você não está apenas perdendo produtividade; você está cego em relação à sua própria operação.
Para construir uma cadeia de suprimentos resiliente (“Supply Chain Resilience”), é necessário modernizar as quatro pontas da captura de dados:
O coletor de dados deixou de ser apenas um scanner com tela. Hoje, ele é um computador de borda poderoso. A migração massiva para o Android Enterprise transformou esses dispositivos em ferramentas intuitivas, reduzindo o tempo de treinamento de novos funcionários de semanas para horas.
A Tendência: Conectividade 5G e Wi-Fi 6E para transmissão de dados em tempo real dentro de grandes CDs, eliminando “zonas mortas”.
A Aplicação: Do picking guiado por voz até a realidade aumentada (AR) para manutenção industrial.
No varejo e na expedição, cada segundo conta. Os leitores modernos utilizam tecnologia Imager (fotográfica) em vez de laser, permitindo a leitura de:
Códigos 2D (QR Code, Datamatrix) cada vez mais comuns na indústria farmacêutica e alimentícia.
Códigos danificados, sujos ou sob plástico (comum em logística reversa).
DPM (Direct Part Mark): Leitura direta em peças metálicas na indústria automotiva.
Se a etiqueta falha, a rastreabilidade morre. Impressoras térmicas industriais e de desktop são vitais para garantir que o produto seja identificado corretamente desde a fabricação até a entrega na última milha (Last Mile).
RFID: A tendência crescente de impressoras que codificam etiquetas RFID (Rádio Frequência) para leitura em massa, sem necessidade de visualização direta.
Supervisores de planta, operadores de empilhadeira e motoristas precisam de telas maiores, mas não podem depender de tablets de consumo frágeis. Tablets robustos (Rugged Tablets) suportam quedas, poeira (IP65/IP67) e vibração, mantendo o ERP acessível em qualquer lugar.
Na Arlotech, trabalhamos com o “Padrão Ouro” do mercado. Não há espaço para equipamentos genéricos quando sua operação depende de durabilidade.
A Zebra é pioneira em transformar dados físicos em digitais. Com um portfólio que vai desde o leitor mais simples até soluções complexas de RFID, a Zebra se destaca pela ergonomia e pelo ecossistema de software (Mobility DNA) que facilita a gestão dos dispositivos pela TI.
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A Honeywell traz sua herança industrial para o hardware. Seus coletores e leitores são famosos pela robustez extrema e pela capacidade de leitura agressiva em ambientes hostis (como câmaras frias e portos). A plataforma Operational Intelligence da Honeywell ajuda a prever falhas antes que elas parem sua linha.
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Estamos caminhando para um cenário onde o hardware se adapta ao humano.
Ergonomia: Coletores mais leves e vestíveis (wearables) para deixar as mãos livres.
Visão Computacional: Câmeras em leitores que identificam itens não apenas pelo código, mas pela forma e cor.
Sustentabilidade: Equipamentos modulares com ciclo de vida mais longo, reduzindo o lixo eletrônico.
Comprar hardware corporativo não é como comprar material de escritório. É preciso dimensionar o equipamento correto para o ambiente correto.
Sua operação é em câmara fria?
Precisa de leitura de longa distância (Long Range) para empilhadeiras?
Qual é o volume de impressão diário?
A equipe da Arlotech é especializada em Soluções de TI e Automação B2B. Nós analisamos seu cenário e recomendamos a tecnologia exata — seja Zebra ou Honeywell — para garantir o retorno sobre o investimento (ROI).
Sua operação está pronta para o próximo nível de eficiência?